Quando uma música nos faz pensar, quando a religiosidade participa da nossa musicalidade.
Tudo começa a fazer sentido, as palavras criam imagens dentro de nós.
Existem mantras, existem orações que cantam dentro de nós.
Não demora muito e entendemos o respirar do divino em nós.
Cada tambor, cada toque de flauta , cada festa em nós, diz quem somos de verdade.
A cada luar que cantamos, a cada banho de cachoeira, de rio ou de mar.
Esse canto íntimo nos trás o amor que pertence a nós mesmos.
A religiosidade em nós, é a voz da espiritualidade.
Cantemos a nós mesmos, o cantar que nos liberta.
Desacelera... deixe respirar, deixe criar cores dentro de você, de nós.
Dentro de nós, é quem sopra o vento.
As ventanias são ventos fortes que nos mostra que direção tomar.
Deixemos que a canção de amor exista e permaneça em nós.
A luz que está em mim, que replique no outro.
O que eu vejo, o que eu sinto.
Vive em mim.
Olho e me permaneço firme.
Foco e fé no que está por vir.
A canção que está em mim.
Também dança dentro de mim.
Dá o compasso ao coração, e as veias se nutrem desse mesmo amor.
O Universo me absorve, e ele em mim... tudo se transforma em ser o eu... ser o nós!!!
Quando sentir é ser ?
Ser tudo aos poucos.
E dentro desse coração que já se quebrou um dia.
Cria uma canção nova.
A canção na espiritualidade é mantra, oração e bom senso.
É pertencer ao infinito é acordar no mundo.
Eremita eu sou, descanso na rede.
Me levando para um outro lugar dentro de um mesmo espaço.
E quem sabe? Passo a viver mais tempo dentro de mim.
Sem os atos que violentam a alma.
Mas é a paz que agora está em mim.
Que encanta o mundo em que eu pertenço.
E sim , meu caminhar.
Entre as nuvens e em estrelas...
Moro aqui estando em um outro lugar.
Há quem chama isso de estar em paz!!!

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