Queridinha

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

A literatura infantil - a narrativa maravilhosa e Paulo Freire - parte 4



 O mundo que vemos através de nosso olhar é sensorial, sentimos quando pisamos no chão, quando sentimos aromas, quando sentimos na pele quando a chuva arrepio nosso corpo quando toca nosso corpo, quando estamos com fome, tudo nos parece real quando sentimos que ele está em nossos cinco sentidos principais, os outros nos é acrescido quando aprimoramos o nosso lado psíquico, é quando sai das sensações mais "duras" para serem mais sentidas de maneira mais sutil, e por serem mais sutis alguns podem duvidar de sua existência.

E quando estamos imergidos numa leitura fantástica essas sensações, esses sentidos estão mais apurados porque permeia a nossa percepção mais sutil, ela chega de encontro com a mente e nos fazem sentir com a mente mais preparada para sentir o que nos é sutil, por isso , a narrativa fantástica, é realmente fantástica, não precisa acreditar no surreal para que ele exista em sua mente agora mergulhada numa leitura.

Quando lemos uma história fantástica , a imaginação cria asas, saímos do que é convencional e nos encontramos com o que a mente se encontra no momento da leitura, assim como os demais gêneros literários, mas como se trata de uma narrativa fantástica, o nosso inconsciente está mais  perceptíveis, nos colocando na história e vivenciamos com precisão.

Na literatura infantil a nossa narrativa é voltada para um público que está iniciando a sua prática na leitura, são as primeiras narrativas, e vai de encontro com suas próprias narrativas porque está criança é participativa e se envolve.

O mediador é quem apresenta a literatura, que é o mesmo que introduz a história a faz interagir, trás reflexões para que esses leitores possam se habituar a ler e a construir suas próprias narrativas, se passam a construir uma intimidade, uma ligação, portanto, a literatura vai além do que alguns esperam, não é apenas um entretenimento, é uma ação libertadora.

Escrever um livro infantil é de responsabilidade moral e social, é deixar as ideias permearem as mentes em desenvolvimento, é estar trazendo reflexões que permitem o leitor um amadurecimento no campo das ideias.

Quando canalizamos essas ideias e construímos uma narrativa para essas crianças estamos deixamos nelas a possibilidade de criar, recriar e pensar, portanto , trabalhar para essas crianças é de fato uma responsabilidade moral, porque são as histórias que as fazem pensar em suas vidas mas de maneira lúdica sem a tensão de sentirmos na obrigação de aprender algo, damos a leveza na aprendizagem.

UM DIA DE FADA, é uma história fantástica com um tema que trás leveza ao tema violência doméstica, de forma clarear o leitor aos seus próprios sentimentos , por se tratar de um tema que causa uma sensação de dor, a história contrapõe com a alegria da personagem Cila se transformar, da sua evolução moral e de sua força em poder amar, cultivar belas amizades e perdoar uma má atitude, portanto, vai além de uma simples narrativa porque nos trás sensações de pertencimento.



A narrativa fantástica  segue uma estrutura consistente, ela sempre trás pensamentos duos, o bem o mal, o bom e o mau, e sempre retrata uma mudança, um final que acompanha o alívio e as boas ações nos é aplaudida e as ruins são punidas de alguma forma, embora há dois pontos de vista, a narrativa nos coloca numa situação de escolha, aonde queremos nos encontrar.

A identidade é extremamente importante na formação dessa personalidade que faz parte desse público infantil , quando sabemos quem somos nos tornamos fortes para atingirmos os nossos objetivos, nos causa alegria ao descobrir o nosso potencial, então, a busca pelo autoconhecimento consiste no objetivo central da história e aprender a lidar com as diversidades nos coloca num degrau a diante e não nos sentimos paralisados.

Paulo Freire com sua metodologia e filosofia trás a liberdade do pensar, do criticar a si e o mundo aonde estamos, que casa perfeitamente com a literatura infantil que literalmente nos coloca num lugar de protagonistas, carregamos dentro de nós a ânsia não apenas de liberdade mas de sermos protagonistas de nossa própria história, e o letramento, não basta apenas codificar , é preciso entender e ter um pensamento crítico, afinal, todos nós temos a liberdade de escolha para aonde queremos caminhar.

Paulo Freire nos coloca de encontro com a leitura de mundo, a mesma que convivemos no dia-a-dia, e nos constrói no social e na intimidade, na narrativa maravilhosa a criança se percebe e se vê na história mesmo que esta seja uma realidade fantástica, porque esta narrativa trabalha o inconsciente e transporta para a realidade porque dentro dessa narrativa o fator emocional, a identidade da criança é o que a trás consciência de quem ela é, portanto, a criança embora tenha que trabalhar a concretização para aprender, ela é capaz de absorver o que é abstrato com muita facilidade pelo poder do imaginário, sem esse imaginário as histórias não teriam tanto sentido para ela.

Quando escrevemos temos a consciência de todas as variações que coexistem dentro de nós e é justamente porque possibilitamos essa abertura de pensamentos que trabalhamos para uma leitura autocrítica e mesmo um letramento no que propomos através da história.

Não há escrita ao acaso, ela é direcionada, porque as ideias embora sejam concretizadas através da arte da escrita e também em outras manifestações artísticas, elas habitam a mente, elas não precisam estar materialmente em livros, em obras de arte para existirem dentro de nossas mentes, dentro de nós, o que explica as tantas obras banidas de nações por medo de que essas ideias sejam propagadas, da mesma forma que ideias boas se propagam e trazem um conforto, as ideias runs, trazem propagadas são negativas e fatais, portanto, as ideias não morrem , elas nos habitam e se reproduzem.

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Para viver a nossa criança interior.

 


Um desejo, uma chuva cobre as colinas.
Até pouco tempo, as corujas habitavam a mata, agora elas se escondem das luzes da cidade.
Ontem eu vi um sapo encostado no meu cacto que eu ganhei e replantei
Custo a acreditar que os tempos correm e no final do dia já estou pensando nas poucas horas de sono que tenho .
Mas quando eu me deito.
Permaneço refletindo sobre o tempo e percebo que o tempo é um irmão mais velho sedento para me ensinar sobre a vida.
As crianças durante o intervalo na escola esperam atenciosamente o momento de pular cordas, correr pelos cantos, elas gritam como pequenas cigarras.
E está tudo bem, as crianças merecem um momento para não ter que fingir que são soldados.
E elas brincam com a alegria que nos falta na vida adulta.
Os meninos e as meninas se misturam, não há diferenças , são todas crianças, sem aqueles preconceitos que embutidos nelas brincam porque ser criança é o despertar para a vida que vai buscando soluções para tudo.
Os pequenos animais que percebo no meu jardim são como as crianças, elas se escondem como se estivessem brincando, sorriem pelos cantos e não se incomodam com as nossas preocupações.
Elas simplesmente vencem o momento, escolhem a alegria.
Como é bom sentir o cheiro de terra molhada, contar gotas e até plantar um galho esperando que ele cresça.
A vida é um movimento rítmico que nos chama para dançar e nós nos deixamos levar, porque então os momentos pessimistas?
Esses momentos nos quebram ao meio, dividem as nossas mentes entre o que se deve ou não fazer quando estamos crescidos.
O pessimismo é uma plantinha que invade os pensamentos positivos e quando não cuidamos ele se torna uma praga, e lutamos todos os dias para que as pragas não contaminem o restante de nossos pensamentos, então, vendo as crianças crescerem retornamos a nossa fé na alegria nos desprendendo da praga que teima em nós tornar inativos.
Quando a criança interior nos abraça é hora de brincar com os nossos pensamentos, deixar entrar o desejo pelas chuvas, pelo cantar dos grilos e cigarras, pelo sapo que se esconde nos cactos.
Somos adultos que precisam brincar, de sorrir quando o mundo parece permear a loucura.
Não podemos nos esquecer do nosso próprio encanto, de fingir de super-heróis, de subir nas árvores competindo com os macacos e encontrar ninhos seguros e acolhedores.
Não sejamos adultos endurecidos e sem sonhos a serem vividos, não nos preocupemos com o dia que ainda não chegou, cultivemos a alegria de esperar o anoitecer só para procurar óvnis no céu.
Contar estrelas, fazer pedidos para a lua.
Somos bruxas, somos fadas , sereias e até unicórnios quando deixamos a fantasia chegar até nós, lembremos que podemos ser.o que precisarmos para não deixar o encanto morrer.
A criança dentro de nós , não deve morrer só porque resolvemos crescer, ela deve existir para que a tristeza não tome conta do nosso pensar, não há nada de errado em crescer com pensamentos iluminados pela nossa criança interior, ela nos salva quando um momento de dor acontece, quando a dor é maior que o nosso querer , superamos tantas coisas quando deixamos a nossa criança interior florescer sem censura.
Não importa quando outras pessoas nos impedir de brincar , de rir de nós mesmos, porque quando a nossa criança interior não está por perto, as emoções ,nos sentimentos de compaixão diminuem o pulsar do coração e endurece o coração, então, porque não olhar para o horizonte sorrindo?

terça-feira, 13 de outubro de 2026

A bruxa celebra!!!




 Aprendi a olhar para o céu, colher as flores frescas.

Sair de mim quando der vontade.

Meditar sobre o mundo sem censura.

E mesmo diante de qualquer problema, perseverar.

Os olhos fitam o céu, contemplam as estrelas.

Dançar a luz da lua, banhos , incensos .

As cartas escritas com os dedos manchados de tinta.

Talvez o que precisamos fazer é só enluarar.

Pisar firme no chão e brincar no mundo.

Deixar que as gotas de orvalho toquem o pó das estrelas .

Para celebrar a vida!!!

Blogs fazendo aniversário!!! Por quê ainda escrever blogs???



 Queridinha é um apelido de infância, um jeito carinhoso que as freiras me chamavam, eram vizinhas da minha avó paterna, me chamavam de Queridinha , era porque eu fugia da casa da minha avó para a casa delas para ouvi-las tocar piano e então o apelido pegou...

Este blog " Queridinha "surgiu em 2008, na verdade , ele surgiu antes mesmos das primeiras postagens publicadas, era para ser um diário eletrônico, textos intimistas , nada convencionais , daí surgiram os leitores, surgiram os primeiros comentários, as publicações se tornaram visíveis , e então, surgiu um outro blog, que foi criado para as mulheres da minha vida, as que se sentiam sós, as nossas conversas se alongavam através dos e-mails, e criamos laços, textos que nos traziam cumplicidade, era o blog" Clube das traídas", que se tornou referência e ainda o é, voltado para ser uma conversa entre escritora e leitores, é um pensar coletivo.

Escrever é um ato de coragem para os que não conseguem guardar todas as palavras numa mente agitada e como somos colecionadoras de ideias, então , escrevemos.

Não há segredos entre a escrita e a nossa mente agitada, apenas escolhemos o melhor jeito de dizer, o que a mente teima em nos ditar...

O maior peso do escritor é se responsabilizar pelas ideias, é ser o que diz, o que justifica e o que replica, escrever sempre será o  ato de perpetuar o que não conseguimos guardar no pensamento ,escrevente da vida.

Não vou me tornar arrogante por escrever o que a mente anseia em dizer em palavras, apenas vou codificá-las até que alguém as entenda, e mesmo que pareça muitas vezes incompreensivas, ainda sim, serão escritas, é um ato solitário, indefeso e de fato arrogante às vezes, ainda sim, é um ato para a coletividade.

Por quê escrever um blog?

A vida nos coloca pelo caminho fatos que nos leva a outros fatos e quando percebemos criamos as nossas próprias histórias e temos a necessidade de fazê-las existir em palavras, então, escrevemos.

O blog só foi um jeito de colecionar palavras, são mais de 3.000 textos, são mais do que eu esperava escrever, seria muitos papeis guardados na minha estante para eu mesma ler num momento difícil apenas para que eu  lembrar que a vida pode durar muito tempo ou pouco tempo e que eu deveria sempre ter fé no que estou prestes a viver.

Foram centenas de textos explicando uma depressão temporária, as alegrias da maternidade, e as minhas brigas comigo mesma, e até mesmo declarações para quem nunca passou pela minha vida, apenas um personagem que vagueia a minha mente avassaladora, textos nem que me lembrava de ter escrito e que hoje dou risada dos erros grotescos e que deixo aqui para me lembrar que a gente cresce...

Não podemos nos negar sermos quem somos, alguns textos de anos atrás me faz lembrar do que me fez tornar quem eu sou, alguns são mantras que repito até que surja outro, e mais outro, e por aí vai, na verdade este blog é apenas parte de quem sou, dos leitores que passaram e deixaram lindos comentários e que de vez em quando, leio, só para me recarregar dos fatos que eu nem penso em escrever.

Por quê ainda escrever blogs?

Porque a vida é uma vasta oportunidade de aprender , e aprendemos contando histórias, colecionando palavras, e dissecamos pensamentos que nem sempre conseguimos entender imediatamente, mas que nos servem de lições diárias, lemos, relemos, criamos e deixamos nos levar pelas ondas que acabam nos levando para algum outro lugar.

Escrevemos porque eu algum lugar no mundo alguém irá ler, irá se emocionar, irá apenas sentir as palavras tocando no coração, é um trabalho vaidoso, é o nosso pensamento  em alguém por aí, que em algum momento, sente e precisa, é terapia e força que nos fazem acender luzes, enfim, é viver em outros alguéns.

Escrever um livro infantil, foi uma consequência, as histórias que eu contava para meus filhos quando eram bem pequenos e que reconto nas escolas, só para sentir o sorriso e abraço das crianças, no fim das contas... eu sempre escrevo para alguém... afinal, escrever é um ato solitário para que os outros possam se sentir próximos e por fim, também sentidos.




A solitude - Por quê o momento em que estar consigo mesmo faz toda a diferença?

 



Quando estamos à margem, os outros não nos veem, talvez seja porque não nos querem nos ver, outros simplesmente se distraem e olhem para o outro lado, no final das contas, estamos sempre olhando para algum lugar.

O nosso olhar sobre o mundo diz muito sobre quem somos, diz quem somos intimamente e quando esse olhar deixa de ser apenas para nossos próprios interesses, o mundo se expande.

Sempre que olha para o céu estrelado há uma infinidade de luzes, escolhemos o horizonte , escolhemos se queremos permanecermos ali, a grande questão que nos afeta intimamente está sempre voltada a nós.

O ser humano é um ser social, abraça a vida com os outros e quer ser abraçado, mas quando nos cansamos disso tudo e procuramos um lugar tranquilo para podermos olharmos para nós mesmos para nos entendermos, será egoísmo?

Muitas vezes o olhar para si mesmo atrai o olhar para o outro, porque sempre queremos estar num ambiente em que nos fazem sentir pertencentes, porque vivemos em sociedade e faz parte da evolução a cooperação entre todos os indivíduos, mas há quem queira sobressair sobre os outros, uns se tornam líderes outros ditadores , e ainda outros que ainda sem saberem o seu papel, se tornam parte dos que obedecem e cooperam com a dinâmica da grande sociedade.

Mas há um momento em que a solitude é uma arma poderosa , é quando estarmos a sós com os nossos próprios pensamentos equivale ao amor-próprio, é quando nos descobrimos dentro de todos , e aprendemos a lidar com as nossas próprias aspirações, é quando decidimos sermos nós mesmos para poder entender a grande dinâmica da sociedade e o que olhamos nesse momento de solitude muda tudo em nós, e depois disso , o nosso olhar sobre o mundo também muda.

Pare um momento e pense, aonde se encontra dentro dessa dinâmica? Aonde se enquadra?

Quando aprendemos a meditar, aprendemos a olhar diferente para o mundo, há mudanças internas que somente nesse momento passamos a enxergar, porque estamos tão mergulhados nessa vida corrida que nos esquecemos de caminhar devagar apenas para observar.

É quando o nosso papel na sociedade muda, deixamos de enxergar de um jeito, e dependendo das nossas questões internas nos tornamos mais humanos, ou mais desumanos, quer dizer, ou nós lutamos para um bem comum, ou lutamos apenas por nós mesmos , apenas para satisfazermos a nós mesmos, e aonde você se enquadra nisso?

Os nossos pensamentos egoístas te levam à atitudes egoístas , mas quando um ato egoísta se torna um ato caritativo? Quando percebemos que estamos sendo egoístas, portanto, tudo que vivemos parte do pensamento sobre nós mesmos sobre o outro e nosso poder de reflexão, é o que nos tornarão melhores e piores para o outro.

Cabe a nós mesmos decidir quem queremos ser, e basta apenas um momento, esse momento de solitude, logo, solitude é um ato revolucionário, é o momento em que encontramos a chave para abrir a nossa mente e nos direcionar aonde queremos enxergar, senão há um olhar crítico sobre nós mesmos, não há mudanças, apenas o silêncio e as justificativas para permanecermos do jeito que somos, sem nenhuma mudança que vá de fato mudar alguma coisa para nós e para o outro, o caminho vai ser o mesmo sem nenhuma grande diferença.

A imagem que temos de nós mesmos sempre se refletirá nas nossas relações interpessoais, em alguns momentos estaremos otimistas, outras não, será um vai e vem de emoções, sentimentos, é algo natural para quem está sempre se descobrindo.

Há sempre algo para mudar dentro de nós, e quando percebemos a necessidade, mudamos, quando não percebemos, simplesmente estacionamos na situação, permanecemos parados esperando mudanças que não vão existir, porque tudo começa a partir de um passo.

Quando estamos confortáveis dentro de nós, nos acomodamos, deixamos a vida correr sem olharmos para o lado, não nos faz diferença o outro, e tudo fica como está, é preciso um choque de realidade, mas nem sempre o choque de realidade é benéfico, algumas vezes apenas nos serve de alerta, mas quando esse choque de realidade nos coloca num lugar oposto, a mudança é dramática e aprendemos com ele, mas a questão é bem interessante.

A que ponto é necessário um choque de realidade para sermos mais humanos e solidários?

Na verdade, é uma questão bastante pessoal, as vezes o  choque de realidade pode dar um nó na cabeça, porque o olhar é tão forte que nos leva a mudanças dramáticas.

Um exemplo simples, a vida está tranquila, quando acontece um acidente e alguém perde os movimentos  de membros, ou mesmo perde uma pessoa que amamos.

A mudança acontece por um choque de realidade, a vida estava cômoda, confortável e de repente tudo se modifica para que eu entenda que as minhas vontades nem sempre vão me agregar, não vão me fazer aperfeiçoar.

Um outro exemplo : A maternidade, é uma nova fase em que éramos apenas uma, e agora tenho a responsabilidade de cuidar de outros seres além de mim, e por aí vai exemplos, seja o fim da fortuna, ou o começo dela, uma prisão , uma violência , uma atitude de alguém pode mudar as nossas vidas, mas a nossa nova percepção é que realmente faz a diferença.

No final das contas, o choque de realidade nos fazem perceber coisas que antes nos era apenas sombras dessa realidade , a mudança faz parte da vida de todos nós, nos cabe aceitá-las e vivenciar o que nos é mostrado para nosso aperfeiçoamento.

O que acontece na sociedade é que o choque de realidade pode tornar a nossa vida melhor, podemos perceber que há vulneráveis do outro lado da margem que possivelmente uma atitude solidária mudará a vida de todos nós, por isso as atitudes boas diante das necessidade dos outros, as políticas públicas mexem tanto na vida das pessoas, porque olhar para o outro com mais compaixão, nos ajuda a entender que a vida é para servir ao interesse de tosos nós, porque quando estamos sendo egoístas e orgulhosos as políticas públicas parecem demais para quem precisa, porque elas não nos alcançam, mas quando há um coração corajoso para pensar no outro com mais compaixão, as políticas públicas se tornam ações para que os mais vulneráveis tenham a dignidade de viver.

A mudança é sempre benéfica quando olhamos para o mundo de forma mais crítica e generosa, quando a solitude existe, quando nesse momento meditamos e nos enxergamos de forma holística, sentimos necessidade de mudar , de cuidar uns dos outros, porque deixamos o egoísmo e o orgulho de lado para sermos melhores diante de qualquer circunstância.

Então, se em seu coração tiver dúvidas , acomode-se e viva a sua solitude, se perceba parte do mundo e seja o que quer ser, se a vontade de fazer o bem for maior, será muito feliz, senão, há sempre um choque de realidade que te mostrará o que precisa ser trabalhado dentro de si mesmo para que haja equilíbrio em você com o mundo que vive.



Fique sabendo mais!!!!!

Seres alados!!

Seres alados!!
Somos alados quando temos boas atitudes.As minhas asas quebram quando minto, perco penas quando fico triste mas nunca perco a fé porque sei que vou voar para a eternidade.
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